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José Luis Tavares (Cabo Verde)
A imagem aqui apresentada está integrada no vídeo original intitulado "Nha Poeta" de Mito (artista plástico português de origem caboverdana) - obra exibida ao público por altura do lançamento do livro "Paraíso Apagado por um Trovão" de José Luis Tavares.

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Programa

19 de Setembro 2005
Angola
Jovens do Hungo
Daniel Martinho
Raúl Ouro Negro

20 de Setembro 2005
Brasil

Pedro Moreno
Navio Negreiro

21 de Setembro 2005
Cabo Verde

José Luís Tavares
Batuque Voz de África
Jay
Celina Pereira

22 de Setembro 2005
Guiné Bissau

Mayo Coop
Braima Galissa
Guto Pires

23 de Setembro 2005
Goa

Ekvat

26 de Setembro 2005
Moçambique

Xipane Pane
Costa Neto

Elsa Noronha

27 de Setembro 2005
Portugal

Raízes
MareNostrum
Dazkarieh

28 de Setembro 2005
S. Tomé

Tonecas

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Lisboa
Musidanças 2005
A partilha lusófona
Lisboa, Santiago Alquimista, de 16 a 29 de Setembro de 2005
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O Musidanças é um festival de artes performativas, de mostra de artesanato tradicional e de pintura dos países das comunidades lusófonas: Angola, Brasil, Cabo Verde, Goa, Timor, Macau, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal e S. Tomé e Príncipe.

O programa conta com nomes como os Jovens do Hungu, Daniel Martinho, Raul Ouro Negro, Tonecas, Ekvat, Pedro Moreno, Navio Negreiro, Xipane Mane, Elsa Noronha, Raízes, Marenostrum, Dazkerieh, Mayo Coop, Braima Galissa e Guto Pires - ou seja, o maior e mais rechado caraz de sempre neste festival.

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Temos para oferecer 5 entradas para cada um dos dias do Festival Musidanças (19 a 28 de Setembro de 2005). Em cada dia, os bilhetes serão oferecidos aos 5 primeiros leitores a responder. Cada concorrente só poderá ganhar no máximo um bilhete, para um único dia.

Para concorrer basta enviar um e-mail para info@attambur.com e indicar no "Subject" Festival Musidanças e o dia pretendido. Os primeros 5 leitores a responder para cada dia serão contemplados com um bilhete. Participe!
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A organização pretende criar sinergias entre os artistas, a organização e eventuais parceiros culturais. O objectivo geral do Musidanças é, acima de tudo, dar a conhecer ao público em geral (que inclui os turistas que visitam a capital) as características culturais de cada um dos países envolvidos no projecto, contando, para tal, com a presença de artistas de grande renome, quer na área da música, quer do teatro ou mesmo com artesãos trabalhando in loco no espaço Santiago Alquimista. De 16 a 29 de Setembro de 2005 a partir das 17 horas.

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Participantes

19 de Setembro 2005
Jovens do Hungo
Angola
Fundado em Luanda, pela mão de Manuel Tavares, rapidamente atingiram notoriedade com um trabalho que conjuga a música tradicional angolana com outras correntes mais recentes, o que deu lugar, já na Europa, à gravação de dois CDs de originais. A comunicação perfeita entre os despiques intensos dos batuques e as bailarinas recriam uma África plena de vida e são a chave do sucesso de um espectáculo que já se apresentou em vários países.

19 de Setembro 2005
Daniel Martinho
Angola
Contador de histórias, Tem o curso do Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral e da Escola Superior de Teatro e Cinema. Trabalhou com encenadores como Adolfo Gutkin, Rogério de Carvalho, Luís Miguel Cintra, Carlos Avilez, José Peixoto, Celso Cleto, António Simão. Tem trabalhado regularmente com o Teatro Meridional.

19 de Setembro 2005
Raúl Ouro Negro
Angola
Raul Indipwo e Milo MacMahon formaram, em 1959, o Duo Ouro Negro. Raul e Milo conheciam-se desde a infância, em Benguela (Angola) e, quando se reencontraram, já no início da idade adulta, iniciam um projecto centrado no folclore angolano de várias etnias e línguas. No finais dos anos 80, Milo faleceu, e deste modo terminou a carreira do Duo Ouro Negro. Raul Indipwo dá de certa forma continuidade ao projecto, actuando a solo e identificando-se como Raul Ouro Negro.

20 de Setembro 2005
Pedro Moreno
Brasil
Pedro Moreno nasceu na Bahia, mas passou grande parte da sua vida em São Paulo , quando em 1989 foi convidado pelo produtor e crítico Zuza Homem de Melo para gravar um disco, cujo projeto não se concretizou devido ao Plano Collor. Em 1999 lança seu primeiro CD, "Mestiço", patrocinado pela Fundação Luso-Brasileira, com o qual recebeu o prêmio de cantor revelação no ano de 2000. Em 2001 grava o disco Cor@ção.com, produzido e arranjado por Sérgio Sá. Participa do Festival Internacional de Música de Tenerife, obtendo o 5° e 8º lugares. Ainda neste ano, foi convidado para participar do Circuito Paulista de Festivais, em São Paulo , Brasil.

20 de Setembro 2005
Navio Negreiro
Brasil
A banda Navio Negreiro estimula nas pessoas o senso crítico-social, unindo a poesia libertária aos arranjos de Rock‘n Roll, reaquecidos com ritmos afro-brasileiros, e experimentos eletrônicos, extraídos manualmente. No reencontro com antigos parceiros, começaram a agir, cozinhando e vendendo pastéis, criando e renovando recursos, para colocar em prática os sonhos e as idéias, que culminaram nesta enorme “embarcação” de nove tripulantes libertos chamada “Navio Negreiro”. A banda nasceu há aproximadamente cinco anos e o seu início de carreira foi muito marcado pela influência do reggae. Há três anos, com a entrada de Luciano Vasconcelos (ex integrante da banda Lampirônicos) como produtor e diretor musical, a banda seguiu novos rumos em sua carreira, inovando e misturando diversos estilos musicais. Em um oceano de boas influências culturais, os Navio Negreiro está navegando por um novo gênero musical, que pode ser rotulado de afro-rock-brasileiro anti-apartheid. Música, poesia e conscientização.

21 de Setembro 2005
José Luís Tavares
Cabo Verde
Há muito que José Luís Tavares, nascido em Santiago de Cabo Verde a 10 de junho de 1967, residente em Portugal, onde estudou literatura e filosofia, escreve poesia. Dizer que começou a publicar tarde, aos 36 anos, é advertir o leitor para o processo de autoconsciência que este autor realiza, face à sua escrita, depurada e rigorosa. José Luís Tavares, com o seu único livro publicado, «Paraíso Apagado por um Trovão», conquistou o prestigiado Prémio Mário António da Fundação Calouste Gulbenkian, juntamente com a poeta angolana Ana Tavares. Exigente para consigo próprio, José Luís Tavares possui uma voz peculiar e uma imagética intensa, que revelam uma sábia incorporação da tradição e uma mestria singular no modo como opera sobre a linguagem poética.

21 de Setembro 2005
Grupo do Batuque Voz de África
Cabo Verde
O Batuque faz este grupo estar mais perto da sua terra, das tradições dos seus antepassados.A sua música afirma-se pela capacidade de entrega a uma ideia e á sensualidade de uma dança que tem a virtude de contagiar e mobilizar tudo o que está á sua volta.

21 de Setembro 2005
Jay
Cabo Verde
Jay iniciou-se no mundo da música desde muito cedo. Os seus primeiros passos foram dados ao lado dos seus amigos - Da Blazz. Lançou o seu primeiro álbum em 2004 intitulado “So Mi” com o objectivo de levar ainda mais longe a sua cultura HipHop.

21 de Setembro 2005
Celina Pereira
Cabo Verde
Celina Pereira projecta-se como marco no registo dos sons do seu país. Primeiro pelo sentido global de pesquisa, depois pela maneira como serve de fixação de memória da tradição popular, finalmente porque introduz um mundo mágico de partículas primordiais que em dado momento atravessaram e ainda hoje caracterizam a sociedade de certas ilhas crioulas mais isoladas pelas vicissitudes de um progresso desencontrado.

22 de Setembro 2005
Mayo Coop
Guiné Bissau
Qualquer pessoa que alguma vez se tenha sentido tocada pela música africana, que sonhou, viajou, e sobretudo goste de aprender, não pode de maneira alguma faltar ao encontro com estes mestres Djumbai, artesãos de ritmos e melodias tão fluídas que parecem impossíveis, música que imana uma claridade hipnótica, intensa e inocente.

22 de Setembro 2005
Braima Galissa
Guiné Bissau
Braima Galissa é descendente de uma família de tocadores de kora, instrumento representativo da cultura Mandinga da costa ocidental africana. Braima colaborou com vários músicos, incluindo europeus. As suas músicas com influência nessa cultura, assentam em diversos ritmos nos quais a kora destaca-se como instrumento principal.

22 de Setembro 2005
Guto Pires
Guiné Bissau
Não existem dúvidas de que a estética musical de Guto Pires se encontra bem definida. Uma estética marcada pela unidade na diversidade polifónica patente na cultura da Guiné-Bissau. O conhecimento da World music, em particular da música africana, marcou profundamente a personalidade do artista enquanto compositor e intérprete, revelando, como traços particulares, a sensibilidade, a harmonia, a destreza e a curiosidade.

23 de Setembro 2005
Ekvat
Goa
Os sons deste grupo vieram de Goa. Cantar Goa é expor territórios de intimidade no que isso comporta de dor, saudade e de risco. Ekvât assumiu esse risco procurando encontrá-lo nas memórias que a distancia permite, para que, em Lisboa, as suas canções não se percam na noite, como sonhos...

26 de Setembro 2005
Xipane Pane
Moçambique
Grupo cultural de danças guerreiras tradicionais de Moçambique. Grande recolha étnica, excelente guarda-roupa, coreografias muito interessantes num espectáculo diversificado. Oriundo de Moçambique, é um dos mais conceituados grupos etnográficos lusófonos, já tendo uma carreira internacional apreciável.

26 de Setembro 2005
Costa Neto
Moçambique
Costa Neto é compositor e intérprete. Têm uma forma original de estar na música. Os ritmos e melodias que toca são inspirados nas mais tradicionais sonoridades de Moçambique.

26 de Setembro 2005
Elsa Noronha
Moçambique
Elsa Noronha é hoje em dia uma das mais importantes divulgadoras da poesia africana de língua portuguesa no nosso país contando-se um imenso número de recitais de poesia, individuais ou colectivos, que ficaram registados num CD de grande qualidade intitulado Quenguêlêquêzê. Os seus recitais são momentos surpreendentes, nos quais a poesia ganha novas formas, ritmo e sentimentos que confundem, envolvem e emocionam o espectador.

27 de Setembro 2005
Raízes
Portugal
Da melancolia, nostalgia e saudade nasceu o fado. Todo o português e não português o sente. Este projecto visa levantar as raízes da música portuguesa e com uma nova interpretação, aborda estes temas fundindo com a imensurável força da improvisação. Reportório constituído apenas por temas de fado conhecidos por todos, ou por gosto ou por memória afectiva. Porém o flamenco e o jazz dão o seu toque no projecto...

27 de Setembro 2005
MareNostrum
Portugal
Os Marenostrum surgiram em 1994, no sotavento algarvio, mais propriamente em Tavira - tendo editado em 2001 "Estoy em Santa" o seu primeiro álbum - um disco produzido pelo próprio grupo. O grupo aposta numa sonoridade de fusão da Música Popular Portuguesa (em particular do Algarve), com influencias bem diversas, que vão desde a música Árabe do Magreb até às tradições Klezmer e Cabo Verdeana. As particularidades deste grupo assentam na combinação dos instrumentos utilizados, onde convivem lado a lado a guitarra acústica, o bandolim, a bateria, percussões, o acordeon, o baixo eléctrico e o trombone. Com José Francisco Vieira na guitarra acústica e voz principal; João Vieira na bateria, percussão e coros; Paulo Machado no baixo eléctrico e coros; e ainda os músicos convidados, Emanuel Marçal, no Acordeon e Vitor Afonso no Trombone.

27 de Setembro 2005
Dazkarieh
Portugal
Dazkarieh é um projecto musical que, utilizando instrumentos tradicionais das mais diversas culturas, procura uma linguagem nova na diversidade de ritmos, timbres e melodias. Constituído por elementos com formação diferenciada, o grupo pretende, na fusão dos seus diversos imaginários, a criação de um espectáculo musical diferente, capaz de despertar vivências e sentimentos no interior de cada um. Vocacionado, essencialmente, para actuações ao vivo, Dazkarieh propõe-nos em cada espectáculo, uma viagem através de um mundo cheio de cores e emoções. Explorando um vasto leque de instrumentos acústicos (dos sopros irlandeses e galaico-portugueses, às quentes percussões africanas, passando pelas cordas mediterrânicas...) e cruzando melodias e harmonias eruditas e exóticas com o forte pulsar das percussões, o espectáculo Dazkarieh permite-nos viver momentos e ambientes do mais puro intimismo conjugados com outros, fortemente ritmados, de efusiva e contagiante alegria.

28 de Setembro 2005
Tonecas
S. Tomé
Através da sua expressão musical Tonecas procura relançar a música (socopé, ussua, dêxa, etc) e a cultura de S. Tomé, a sua terra natal, adaptando-a aos novos modelos da música universal. Voltar ao Topo

 

 

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